[123] Strabão XI, pag. 518.

[124] Pomponio Mela, t. III, c. 5, 98.

[125] Les Corte-Real par mr. H. Harrisse, pag. 209. Ernesto do Canto, Os Côrtes-Reaes, pag. 211.

[126] Histoire de la Géographie, etc., t. IV, pag. 263.

[127] Legenda do mappa mandado fazer em Lisboa por Alberto Cantino em 1502. O sr. Ernesto do Canto transcreve-a a pag. 208 do seu livro.

[128] Esta curiosa doação foi publicada em texto latino por Bidle na obra que saío anonymamente em Londres, 1831 e que se intitula A Memoir of Sebastian Cabot with a Review of the History of Maritime Discovery, illustrated by documents from the Rols, new first published. Abrange de pag. 312 a 320. O sr. Ernesto do Canto publica tambem o texto latino com a traducção portugueza no seu livro Os Côrtes-Reaes e abrange de pag. 74 a 87.

[129] E. do Canto, Os Côrtes-Reaes, texto italiano a pag. 45 e 46, traducção latina de Madrijuan a pag. 47 e 48.

[130] São interessantissimas as indicações dadas a esse respeito pelo sr. Patterson, na sua magnifica memoria. A bahia de Fundy, diz elle, é evidentemente a Bahia Funda. Tambem nota que apparece lá o nome de Tanger, que não podia ter sido posto senão pelos portuguezes, senhores então d’essa praça, e sempre tão relacionados com ella.

[131] «There are about 100 sail of Spaniards who come to take cod, who make it all wet and dry... As touching their tonnage I think it may be 5,000 or 6,000. Of Portugals there are not above fifty or sixty sail, whose tonnage may amount to 5,000, and they make all wet.» Citado pelo reverendo George Patterson na excellente memoria que publicou nas Trans-Roy. Soc. Canada, e que se intitula The Portuguese in the North-East coast of America, and the first European attempt at Colonization there. A lost chapter in American History, pag. 145. Esta memoria foi lida na Royal Society a 28 de maio de 1890.

[132] Esta exploração outr’ora tão importante e activa, na qual estavam empenhados capitaes e interesses tão avultados, concorrendo para ella tantas partes do nosso continente, vê-se hoje reduzida a uma duzia de navios que a entretêem apenas em dois centros de pescarias: Figueira da Foz e Lisboa.» A. A. Baldaque da Silva, Estado actual das pescas em Portugal, pag. 166. E diz, em nota, que a pesca do bacalhau era tão importante no tempo de D. João III e d’el-rei D. Sebastião «que foi providenciada por um regimento particular para as frotas que annualmente expediam a esta pescaria.»