[58] Frase impagável.

[59] Nas Noites de Insónia Camilo refere-se a esta satira.

[60] É assim chamado tanto na correspondência inédita de Leonor de Almeida, como nas Prisões da Junqueira, do marquês de Alorna.

[61] Vide Prisões da Junqueira.

[62] Propriedade da casa de Alorna.

[63] Como isto está datado.

[64] Costigan, Beckford, Châtelet, Tableau de Lisbone.

[65] Correspondência inédita.

CAPÍTULO III

Morte de el-rei.—É despedido brutalmente o marquês de Pombal.—Soltura dos presos da Junqueira.—O marquês de Alorna na portaria de Chelas.—Orgulho do marquês.—Seus esforços para uma pronta reabilitação que alcançou.—Retirada da família de Alorna para Almeirim.—Desilusões de Leonor.—Antagonismo moral do pai e da filha.—Reacção desbragada do reinado de D. Maria I.—O ministério da rainha.—Angeja.—Vila Nova.—Martinho de Melo.—O cardeal da Cunha.—Tancredo e Maria de Almeida.—Desgôsto do marquês de Alorna.—A côrte de D. Maria I.—A rainha e sua loucura.—O rei.—O príncipe do Brasil.—O confessor da rainha arcebispo de Tessalónica e o seu leigo.—Os marqueses de Marialva e a sua principesca hospitalidade.—Festas típicas da sua casa.—Os Penalvas.—Várias figuras do tempo.—O duque de Lafões e o mestre Gluk.—Pitoresco da vida portuguesa, mas falta de influência feminina.—A castidade da rainha e o teatro.—Do estado lastimável a que êle desceu.—Farças, entremesses, tragédias.—Conflito entre Leonor de Almeida e o seu meio.—Casamento que a liberta dêsse meio.—O conde de Oeynhausen.—Cerimónia do seu baptisado.—Testemunha ocular que a narra minuciosamente.—O sermão do frade dominicano.—Oposição do marquês de Alorna ao casamento da filha.—Desobediência de Leonor e seu casamento com o conde alemão.—Referência de Bocage a Alcipe.