—Saberá V. S.a que sim, senhor.

—Pois então vá buscar o mappa da carga, que deixei lá por esquecimento. Peça-o ao fiel, ao 36.

Fiz meia volta e já ia para marchar, quando ouvi:

—Olhe!

Volvi logo á rectaguarda.

—Onde está a balança que lhe deu o fiel?

—Saberá V. S.a que o fiel não me deu balança nenhuma.

—Cabeça de burro! Pois então volte você ao castello, e peça-lh’a! Como quereria o 36 que pesassemos a polvora? Tolice fiz eu em dispensal-o. Estava doente... É verdade! Leve as fachinas para trazerem a balança.

—Bastam duas para a balança e uma para os pesos.

O capitão olhou para mim d’um modo exquisito e disse afinal, como se lhe custasse: