Chegou em frente da casa térrea onde moravam as primas.
Da chaminé saía fumo—um fumo negro, signal certo de maldade.
Entrou no quintal, e rodeou a casa, para ir ver o que estavam a fazer na cosinha.
Tudo parecia abandonado, como se tivesse passado por alli a morte. Uns pés de couve meio seccos ... uma parreira comida pela doença...
Deante da porta, junto ao cepo de partir a lenha, amarellejava um machado coberto de ferrugem.
Escutou.
* * * * *
Bem triste aquella manhã em casa da Marianna.
Com as faltas de ar que lhe causava a lesão cardiaca, tinha a doente passado a noite em afflicções, e só depois de já ir o sol bem alto, pegou no somno, sentada na cama e encostada a umas almofadas e travesseiros.
A Marianna, a despeito de não ter dormido um instante, saíu devagarinho e foi á cata de uma senhora, que lhe promettera mandar vir das Furnas os remedios applicados áquella doença pelo famoso curandeiro.