Creancices!
Ella escutava-me, abanando a cabecinha loura, não se deixando convencer e murmurando sempre:
—No! Never more!
Então exaltei-me, duvidei do amor de Mary, accusei-a de querer que eu representasse um papel pouco airoso, que désse azo a accusarem-me de especulador...
Convenci-a.
Estendeu-me a sua mão branca, onde ligeiros traços azulados marcavam as ramificações das veias, e disse-me pausadamente, em portuguez:
—Pois então jure-me que voltará, que não se esquecerá de mim, que serei sempre a sua querida, a sua adorada!
Oh! Como eu jurei tudo, tudo, mesmo junto ao arco da campainha!
Ajustámos então manter correspondencia activa.
A Clarinha Correia se encarregaria de receber as nossas cartas.