O meu camarada!…
Laura
O homem doente!…
João (sempre ironico e terrivel):
O seu camarada, sim, meu tenente… aquelle soldado raso que aproveitou algumas cutiladas, para o salvar de uma infallivel morte… Era o dever do inferior… Agora, ao superior, cumpre-lhe pagar com a deshonra…
Alfredo (rispido):
Endoideceste, homem?!…
Laura
Que direitos são os seus, para estar com esses modos em minha casa?!…
João