—O sr. Professe! eu sou o menino Propice...
—Cale a bocca. Fonfonso!... vá já para casa...
—Não quero...
—E porque é que me pôz a mim o sr. Professe?... O que entende por esta locução? exclama o falso chimpanzé muito zangado.
—O que entendo? oh! essa é boa! Pois não é difficil de adivinhar! É verdade que talvez isso lhe não aconteça já!
—Senhor, hei de ter uma satisfação de todas essas offensas!...
—Quer que eu lhe dê uma satisfação? Estou prompto, um duello! agrada-me a proposta; logo cá lhe mandarei o meu creado, para o senhor ajustar com elle as condições do combate, acceitarei a arma que escolher, isso para mim é indifferente! bato-me com tudo quanto se quer, mas o florete é a arma das pessoas de distincção...
—O que é que diz? um duello! este homem propõe-me um duello, creio eu... que desaforo! atrever-se a suppôr que iria medir-me com elle! tem graça!...
—Medir-se, meu caro amigo! oh! não com um metro! o senhor é uma grande vara, e eu não tenho senão tres pollegadas e meia, a vantagem seria toda sua! mas Chausson, o meu antigo groom, nos emprestará duas espadas de guarda nacional, ou dois páus de vassoura, á sua escolha. Convem-lhe isto, sr. Pro... rata?