—Sr. Casimiro, peço-lhe que diga a este homem que se cale, aliás não respondo pelo que acontecerá...
—Não te faças fanfarrão, Professeur! olha que te vou á figura...
—Sr. Rouflard, vê-se perfeitamente que almoçou bem de mais, não é isso que me tinha promettido. Esquece-se de que tem de vir a minha casa servir-me de modêlo, e que estou á sua espera?...
—Ah! é verdade, tem razão, desculpe, meu pintor, eu ia a sua casa, para que me tomou esta gente o caminho?...
—Sr. Proh, e minha senhora, peço-lhes que não tomem a sério os gracejos de máu gosto que este homem se atreveu a proferir, elle bebe de mais algumas vezes para esquecer a sua miseria, devemos ser indulgentes com os desgraçados, prometto-lhes que não tornará mais!...
—Ah! sr. Casimiro, é só em attenção ao senhor!
—Vamos, Rouflard, vamos para o nosso trabalho...
—Já vou, meu Miguel Angelo, meu Raphael. Familia Proh... tornaremos a ver-nos...
—Venha, Rouflard, venha d’ahi...
—Vamos lá fazer de modelo Pro Deo e pro patria!... É bonito isto! Pro-deo...