—O quê! devéras posso trabalhar!

—Sem duvida, principalmente durante a primeira sessão, em que eu não copio senão o conjuncto da cabeça.

—E não tenho precisão de olhar para o senhor?

—Sim, algumas vezes, mas não sempre.

Põem-se ambos ao trabalho. Lisa faz bainhas, o que não obriga a muita attenção. De vez em quando Casimiro diz-lhe:

—Olhe para mim...

O que ella se apressa a fazer; mas baixa bem depressa os olhos, porque encontra os do joven pintor que lhe diz então:

—Mas a menina não olha par mim bastante tempo, mal pude apanhar-lhe a nuance dos olhos.

—É que o senhor encara-me tanto, que me intimida; isso perturba-me.