—Fonfonso, não te balouces assim da balaustrada, que podes cair.
—Mas quero eu balouçar-me!
—Este pequeno é incorrigivel!
—Perdão, minha senhora, mas parece-me que seu filho disse que o sr. Casimiro não tinha saído.
—O pequeno sabe lá o que diz, minha senhora!
—Sim, sim, eu bem sei onde está o pintor, onde elle vae todas as manhãs...
—Aonde vae todas as manhãs, mas então, Fonfonso, bem vês que o sr. Casimiro saiu.
—Não, porque elle vae lá acima, a casa da menina Lisa, para onde levou o cavallete e as tintas para estar a pintar como em sua casa. Hi! hi! hi! oh! oh! oh!
Ambrosina muda de côr, e a sr.ª Proh escancara os olhos, exclamando: