—Oh! é um excellente homem, esse Rouflard; é pena embriagar-se; meu Deus! parece-me que ouço subir!...

—Não... é no quarto andar que abrem a porta...

—Sr. Casimiro, leve d’aqui o seu cavallete... vendo-o em minha casa, dirão: «Então elle continúa a ir pintar lá?» e é preciso que se não possa dizer isto...

—Pois sim, levarei o cavallete; mas isso não me impedirá de a vir ver todos os dias, é para mim um habito tão agradavel... não poderia mais trabalhar em todo o dia se não a visse pela manhã; outro tanto não acontece á menina...

Lisa não responde, mas suspira olhando para Casimiro, e o seu olhar vale a melhor resposta. O joven pintor aperta-lhe a mão, e decide-se emfim a levar o cavallete.


XV
A menina Proh doente

Durante todo este dia Casimiro teve uma especie de febre; ficou em casa, mas deixou entreaberta a porta da entrada para ouvir o que se passa na escada; não ouviu senão o joven Fonfonso cantar com a musica do carrilhão de Dunkerque:

Uma esgalgada girafa