—Mas não é o Rouflard, é aquelle maldito garoto do menino Proh!
—É o mesmo, ouço muito barulho no predio é preciso ir-se embora.
—É Adriana que a menina ouve, a creada da sr.ª Montémolly, quando esta rapariga está em alguma parte, não se ouve senão ella.
—Mas vae ver o Rouflard na escada.
Em primeiro logar, para o ver, será preciso que ella olhe para o ar.
—Oh! estou bem certa que é a ordem que tem.
—Vamos, socegue minha encantadora Lisa, eu me vou embora, mas ámnhã...
—Oh! sim, ámanhã tratarei de me habituar a ter medo.
Passam-se d’esta sorte oito dias. Casimiro sobe pela manhã a casa de Lisa, depois de ter posto Rouflard de sentinella na escada. Não tem encontrado Ambrosina, nem mesmo a tem visto de longe, entretanto está bem persuadido de que ella não veiu morar para o mesmo predio sem ter o seu plano. Sabe que a sr.ª Montémolly é bastante altiva, bastante orgulhosa para procurar fazer as pazes com elle; mas sabe tambem que é vingativa e deve ter formado o projecto de se vingar.