—E’ essa a sua vontade? pois bem! farei o que o senhor quer; mas em casa d’essa senhora terei o cuidado de não adormecer.

—Sim, é isso; d’esse modo verá o que se passar. A’ meia noite virei buscal-a, e eu mesmo a levarei a casa d’essa senhora.

—Terá essa bondade?

—Ah! Lisa, tracta-se da sua felicidade, da sua reputação; pois a menina acredita que alguem tome n’isso mais interesse do que eu? Então, está ajustado; á meia noite estará prompta?

—Oh! sim, a essa hora já minha avó está a dormir.

—Eu virei buscal-a.

E, deixando Lisa, Casimiro dirige-se immediatamente a casa da vizinha do segundo andar, e diz-lhe:

—Lisa consentiu; á meia noite eu lh’a trarei.

—Muito bem.