E a rapariga bebe o conteúdo da chavena que lhe apresentam.

—Agora, boa noite, diz Casimiro, vou para minha casa... até ámanhã...

—Sim, até ámanhã.

O joven pintor retira-se. A sr.ª Durmont diz então a Lisa:

—Minha menina, aqui tem tudo quanto lhe é preciso; tisana para quando minha irmã pedir de beber... uma colhér d’este xarope quando ella tossir.

—Uma colhér, ah! sim... ahi temos outra; mas podia-se passar sem ella, minha senhora.

—Não... pelo contrario, é indispensavel; precisa mais alguma coisa?

—Oh! não, minha senhora, de nada absolutamente.

—N’esse caso, vou deixal-a; minha irmã parece menos afflicta esta noite, creio que lhe dará pouco que fazer, aqui tem uma grande poltrona onde estará á sua vontade para repousar. Porque, se minha irmã dormir, tambem a menina pode descançar um pouco.

—Oh! não, minha senhora, não quero... velarei sempre...