—A senhora dos preservativos...
—Ora essa! nada, isso agora torna-se forte de mais. Que mais quererá ella lavar aqui? isto começa a dar-me cuidado.
A senhora, que recende fortemente, abre a porta e pára no limiar, dizendo:
—Perdão, meus senhores, uma pergunta, se me dão licença... Se eu tomasse tabaco?... É uma coisa que tambem deve preservar, penso eu?...
—Sim, minha senhora, de certo, tome tabaco... tome mesmo muito; não cheirará mais nada!...
—Então faça favor de me dar uma porção de tabaco...
—Nós não vendemos tabaco, minha senhora, no boulevard encontra-o logo.
—Corro a compral-o. Cheirarei primeiramente, e depois talvez me arrisque a fumar um cigarrinho; as senhoras agora fumam, não é verdade?
—Sim, minha senhora. Oh! as senhoras fumam, fazem agora tudo o que fazem os homens; isso não as aformoseia, mas diverte-as...
—Oh! mas eu cá, não é com o fim de me aformosear, é para affrontar os máus ares. Vou comprar tabaco...