—Minha pobre Adriana; olha, pega n’aquella touca da manhã que alli está em cima da poltrona, dout’a...

—Ah! como a senhora é boa!...

—Gosto de recompensar quem me serve com zelo. Anda, podes sahir!

A creada pega na touquinha que a ama lhe dá de presente, e retira-se aos saltinhos.

Casimiro toma o café, bebe um calice do divino licor dos benedictinos de Fécamp, um outro de rhum, e levanta-se dizendo:

—Creio que isto é que se pode chamar ter almoçado.

—Janta commigo?

—Oh! minha querida amiga, são quasi tres horas; quando se almoçou assim, não se pensa em jantar, não terei vontade de comer.

—Mas sabe que tem que me levar esta noite á Opera-Comica?

—Sim, sim, está ajustado...