—Ora, ouvi dizer. Não é verdade mana, que a costureirinha do quinto andar tem um namorado?...

—Deixa-me, vaes fazer com que me engane na minha orelha.

—Menina, diz por sua vez a mamã, sou eu que a interrogo; deixe por um momento as suas orelhas e responda-me. A menina sabe que Lisa tem um namorado?

—Se derem credito ás tolices que diz o mano, estão bem aviados.

—Tu é que és uma tola; bem ouviste o borrachão que mora nas aguas-furtadas dizer o outro dia na escada: Viva Lisa! viva a minha namorada! E por signal tu disseste: Ora não ha! olhem que bello namorado que a Lisa tem!

—Isso não é verdade! eu não disse tal!

—Disseste, sim!

—Não, não, não!

—Sim, sim, sim!...

—Basta, basta! satis! satis! grita por sua vez Castor Proh; estes irmãos fazem-me lembrar Cain e Abel, que eu não conheci, mas cujas questões tiveram consequencias bem terriveis!