Mas, depois de ter visto e revisto tudo, o que não podia levar muito tempo, Casimiro decide-se a levantar a voz para despertar o dorminhoco:
—Olá!... ó senhor!... sr. visinho! não se lhe poderia dar uma palavra?
Rouflard volta meio corpo, resmungando:
—O que é? que me querem? não estou cá! vão para o diabo! não pode um homem dormir socegado n’este cochicholo!...
—Perdão, sr. Rouflard, pelo ter accordado, mas são mais de dez horas, pensava encontral-o já levantado.
—Eu levanto-me tarde, porque gosto de estar deitado, e nada tenho de melhor a fazer do que dormir. Ah! se o senhor me paga o almoço, isso é differente...
—Talvez que sim; e se lhe não offereço d’almoçar, posso dar-lhe com que possa arranjar um almoço muito decente.
—Mas o que faz o senhor aqui?