Thomaz não lhe respondeu. Estava entregue ás suas contemplações.

—Thomaz! Thomaz! Que tens tu, estás sempre a scismar?

—E tu que tens com isso? Importa-te a minha vida?

—Lá isso é verdade, não me importa, mas faz-me pena, vêr-te assim, ahi a monte, sempre sósinho.

—Faz te pena devéras?

—Faz.

—Ora dize-me, tu tens bom coração?

—Nunca fiz mal a ninguem: nem o desejo.

—Pois bem, um dia te direi em que scismo.

E por mais que a sua companheira lhe puchasse pela lingua, não deu mais palavra. Parecia de pedra.