—Tu!

—Eu, sim, porque te admiras?

—Não cuidei que pensasses em casamento.

—Não casam as arvores, as flôres, os animaes da terra, as avesinhas dos ares, os peixes do mar; não casam as aguas dos rios com as torrentes dos mares?

—Mas...

—Porque não hei de eu casar tambem?

—Tu bem sabes, Thomaz, que eu nada tenho; tu tambem és pobre, como haveriamos de viver?

—Não me tens perguntado tanta vez em que penso durante as horas em que estou sósinho?

—Tenho.