—Pensei.
—Queres?
—Quero, Thomaz, conheci que te amava. E tu?
—Eu, não sei. Olha, Agueda, parece-me que nasci para casar comtigo. Tenho te visto ha muitos dias, e sempre me tens parecido boa rapariga.
—Tu é que és um santo, meu Thomaz...
—Não digas isso, e ouve-me. Vou contar-te o meu segredo.
—Pois tu tens segredo?
—Não t’o disse hontem?
—Disseste, mas pensei que estavas gracejando.
—Não sei gracejar.