—E d’elle depende a nossa fortuna?

—Depende.

—Então conta, Thomaz, conta depressa.

E a rapariga quizera ser toda ouvidos para satisfazer assim a curiosidade que a devorava.

—Olha, Agueda, olha além para o ceu.

—Olho.

—Não vês nada?

—Vejo uma nuvemzinha transparente e branca, que parece voejar como um véosinho de cambraia.

—E nada mais?