VI
O fructo prohibido

I

Adeus, Rosa! Adeus! E adeus para sempre!

—Ai! para sempre, meu Estevam?

—Que queres que eu faça, dize?

—Sei-o eu, por ventura? Mas partir... e o mar?... É tão bravo!

—Não só no mar ha bravezas, na terra corre-se risco de maior: se eu ficasse!...

—O que fazias?

—Ou mettia uma navalha no Januario ou dava um tiro n’estes miolos.