—Para que casas?
—E a maldição de meu pae?... Meu pae amaldiçoava me Estevam.
—E o nosso amor!
—Fica-me no coração, ha de me matar, descança.
—Antes tu morresses...
—Oh! Quem dera!
—Não fallemos mais em semelhante coisa. Para que has de dessimular ainda?
—Se eu pudesse rasgar este peito, que me opprime, se pudesse arrancar-lhe este coração que é teu, e o ha de ser sempre, se te podesse mostrar como elle padece, não duvidarias de mim.
—Queres que te agradeça talvez, queres que te bemdiga não é assim, queres que estime saber, que pertences a outro, não é verdade?
—Não, Estevam, quero que tenhas dó de mim, e que me esqueças!