—Estevam!
—Rosa!
—Tu aqui?!
—Se eu não podia já viver longe de ti! Se morria se te não visse?
—E agora?
—Agora? Vi-te. Disse-te uma vez ainda: amo-te, e posso morrer!
—Sabes, Estevam, que sou mulher de Januario, sabes, que tenho um filho de meu marido?
—Para que m’o lembraste? Pensas que não m’o tinha dito já o coração?
—Para que voltaste, então, Estevam?
—Não t’o disse já? Para te vêr.