Sentou-se ao lado de um desconhecido.
Terminado o jogo seguira-se o Cognac.
Beberam todos.
Emilia levantou-se depois, e cerrou hermeticamente todas as janellas do quarto. Derramaram-se perfumes em larga escala. No centro foi collocado um braseiro.
D'entro em duas horas estavam todos adormecidos. Só Alfredo, sentindo-se abafado, morto, enraivecido e não podendo conter mais a asphyxia que lentamente o devorava, começou de gritar terrivelmente, terminando por desfechar dois tiros de revolver na direcção da porta de entrada.
Acorreu muita gente. A porta foi arrombada.
Entraram todos.
O feio silencio do tumulo envolvia a casa d'aquella mulher. Para um lado seis cadaveres de homens com os olhos arregalados, a bocca semi-aberta e o corpo ensanguentado; para outro lado uma mulher com os vestidos rotos, o cabello arrancado e as faces horrivelmente maceradas.
«Emilia, Emilia...--exclamava elle repetidas vezes.
E só os echos repeliam: