—Olhe, respondeu o caixeiro, apontando ao mesmo tempo para a casa do pae de Martha, ainda alli mora n'aquella casinha.

—É um bom homem!... E sua mulher ainda vive?

—Ainda.

—A filha é que deve estar uma senhora?

—É toda mystica! disse o caixeiro; e enthusiasmando-se com a formosura de Martha, despejou, sem Mascatudo lh'o offerecer, o resto do vinho que estava no copo.

—Conheci aquillo uma criancinha, accrescentou Mascatudo, olhando de soslaio para a meia canada que o moçoilo acabava de despejar.

—Ha pouco tempo succedeu uma disinfelicidade ao pobre Jeronymo, continuou o caixeiro, que lhe ia custando uma grande felicia.

—Sim? perguntou Mascatudo.

—É verdade.

—Então como foi isso?