A mente vôa e aviva com repouso

Passadas illusões, doces chimeras.

Quem cuidará que o inerme prisioneiro

Esquecido do peso das algemas

Ouve os colloquios do amor primeiro?

Do adeus final as expressões extremas?

Ali lhe transparece sobre os labios

O arpejo ignoto de suave riso,

Sereno como a profundez dos sabios,

Triste como o luar quando indeciso.