Pensa que é livre! o somno é liberdade

Para esse a quem nenhum consolo reste;

Qual será mais feliz? a auctoridade

Nunca logrou um instante como este.

Vela o tyranno, tendo álerta os guardas,

Entre canhões, muralhas, torres, fossos;

Lá quando o somno chega em horas tardas,

Ouve ais, vê sangue, estrepitos, destroços:

Escuta os gritos surdos da revolta

Do povo que a si mesmo faz justiça;