—«Vem cá falar commigo ámanhã de madrugada.
Alluga uma burrinha, que o não saiba ninguem,
Que eu quero para sempre ir d’aqui para alem.
—Como a levarei, senhora, com quem irá d’aqui?
Filho d’um corta carne, que apregôa aqui!
—«Não se me dá que o sejas ou que apregôe aqui.
—Alluguei a burrinha, vá-se despedir.
—«Adeos oh fontes claras e poços de agua fria,
Eu já não ouço aqui rouxinóes ao meio dia.
Se meu pae perguntar quem é que me queria,