«Esse cavalleiro, amigo,
Morto está n’esse pragal,
Com as pernas dentro d’agua,
O corpo no areal.
Sete feridas no peito
A qual será mais mortal:
Por uma lhe entra o sol,
Por outra lhe entra o luar,
Pela mais pequena d’ellas
Um gavião a voar.
«Esse cavalleiro, amigo,
Morto está n’esse pragal,
Com as pernas dentro d’agua,
O corpo no areal.
Sete feridas no peito
A qual será mais mortal:
Por uma lhe entra o sol,
Por outra lhe entra o luar,
Pela mais pequena d’ellas
Um gavião a voar.