—Não tórno a culpa a meu filho,
Nem aos mouros de o matar:
Tórno a culpa a seu cavallo
De o não saber retirar.
Milagre! quem tal diria,
Quem tal poderá contar!
O cavallo meio morto
Ali se pôz a falar:
—«Não me tornes essa culpa,
Que m’a não podes tornar;