Outro christão não havia.
O perro mouro infiel,
Que o comprara em Almeria,
Por seguro se não dava
De que lhe não fugiria.
Sempre o maldito do perro,
Que receioso vivia,
Maltratar o pobre escravo
Com ferrenha mão sohia.
Já invenção lhe faltava
Outro christão não havia.
O perro mouro infiel,
Que o comprara em Almeria,
Por seguro se não dava
De que lhe não fugiria.
Sempre o maldito do perro,
Que receioso vivia,
Maltratar o pobre escravo
Com ferrenha mão sohia.
Já invenção lhe faltava