[5] Relação da viagem e sucesso das naus Aguia e Garça, pag. 222.

[6] Obras de Gil Vicente, t. II, pag. 414.

[7] Codic. da B. Real publicado pelo senhor A. H, no vol. III do Panorama, pag, 277.

[8] Tomo III do Romanceiro, pag. 87.

[9] Creio que esta passagem se refere á seguinte: «Estes cafres não deram novas como os quatro homens que mandaramos adiante com recado a Lourenço Marques, eram mortos ou mataram d’alli perto, porque elles constrangidos pela fome tomaram um cafre que toparam ao largo do mar, e metendo-se com elle em um mato, o espostejaram e assaram para fornecer os alforges; mas como os visinhos d’este o achassem menos, e a terra seja de areia, vieram pelo trilho a dar com o negocio; e então levando os nossos á praia, e não se havendo por bem o que d’elles não tomasse vingança, fizeramnos coitados como crua carniceria.»—Idem, pag. 123

[10] Idem, pag. 135.

[11] Idem, pag. 419.

[12] Plutarch. De Io et Osir. 356.

[13] Alfred Maury, Legendes pieuses, p. 144.

[14] D’aqui em diante, com pequenas variantes, é similhante ao romance Mi padre era de Ronda, do Cancioneiro de Romances.