—Do que vos rides, senhora,
Do que rides vós donzilla?
«Eu rio-me do cavalleiro
E da sua cobardia,
Achar donzilla no campo
E guardar-lhe cortezia.
—Tornemos atraz senhora,
Tornemos a traz donzilla,
Que deixei a minha espora
No tanque da agua fria.
—Do que vos rides, senhora,
Do que rides vós donzilla?
«Eu rio-me do cavalleiro
E da sua cobardia,
Achar donzilla no campo
E guardar-lhe cortezia.
—Tornemos atraz senhora,
Tornemos a traz donzilla,
Que deixei a minha espora
No tanque da agua fria.