«Adiante, oh cavalleiro,
Eu atraz não tornaria,
Se a espóra era de prata
Meu pai de ouro lh’a daria.
—Dizei-me, oh minha senhora,
De quem é que vós sois filha?
«Sou filha do rei de França,
Neta do rei de Castilla.
—Pelos signaes que me daes
Vós sois uma mana minha!