Que sua filha commettia.

Manda-a metter n’uma torre

Que nem sol, nem lua via;

Dão-lhe a comida por onça,

E a agua por medida.

Ao cabo de sete annos

Eis a torre que se abria...

Assomou-se a Sylvana

A uma ventana mui alta,

Foi-se encontrar com su madre