Lavrando n’uma almofada:
«Estejaes emb’ora, madre,
Oh madre da minha alma;
Peco-vos por Deos do céo,
Que me deis um jarro d’agua;
Que se me aparta a vida,
Que se me arranca a alma!
—«Dera-t’a eu, filha minha,
Se a tivera salgada,
Que ha sette para outo annos