Acabava de entrar por um atalho lateral.
Gilliatt já não era o mesmo homem da vespera. Tinha penteado os cabellos, fez a barba, calçou os sapatos, vestio camisa branca de marinheiro com grandes collarinhos cabidos, vestio a roupa de marinheiro mais nova. Via-se um annel de ouro no dedo minimo. Parecia profundamente calmo. Estava livido.
Bronze que soffre, tal era aquelle rosto.
Os dous olharam para elle estupefactos. Embora não se podesse reconhecel-o, Deruchette reconheceu-o. Quanto ás palavras que elle acabava de pronunciar, estavam tão longe do que elles pensavam nesse momento, que resvalaram-lhe no espirito.
Gilliatt continuou:
—Que necessidade é essa de se dizerem adeos? Casem-se. Embarquem depois.
—Deruchette estremeceu da cabeça aos pés.
Gilliatt continuou:
—Miss Deruchette tem vinte e um annos. É senhora de sua vontade. Seu tio é apenas seu tio. Amam-se...
Deruchette interrompeu docemente.