—Preciso partir, Ierecê, respondeu-lhe Alberto sentando-se na rede.
—Forão aquelles homens máos que vierão buscar unái.
—Não. Eu devia mesmo ir para o Rio.
—E que será de Ierecê?
Alberto não poude de prompto acudir á interrogação.
Estava vacillante.
—Ierecê, disse a final, ficará aqui. Hade sempre se lembrar de mim. Deixo ordem a João Faustino para que o seu avô tenha dinheiro e roupa....
—E unái, perguntou ella, parando em cada palavra, nunca mais hade voltar?
—Volto....