—Melhor, obrigada, respondeu Innocencia com voz aflautada e muito tremula.
—Comeu já alguma coisa?
—Nhôr-sim ... uma aza de frango, mas com ... bastante vontade.
—Sente o corpo abatido?
—A canseira está passando ... hontem muito mais...
A pouco e pouco, fora Cyrino recuperando o sangue frio e se approximando da moça, que mais se apegou á umbreira, como que a procurar abrigo e protecção.
De um lado da porta ficou ella; do outro Cyrino, ambos tão enleiados e cheios de sobresalto que davam razão ás olhadas de espanto com que os encarava Tico, empertigado bem defronte dos dois em suas encurvadas perninhas.
—Pois chegou a hora de tomar o remedio...
—Já seu doutor implorou Innocencia.
—Nhã-sim.