—Agora, quero que o Sr. me faça um juramento ... pelas cinzas de sua mãe.

—Estou prompto.

—Pela salvação da sua alma...

—Pela salvação de minha alma, repetiu Cyrino.

—Pela vida eterna...

Cyrino acenou com a cabeça.

—Jure!

O mancebo cruzou os dedos indices e beijou-os com uncção abaixando os olhos e empallidecendo.

—O Sr., disse Cesario, jurou antes de saber o que era... Deu-me boa idéa do seu caracter... Farei tudo por ajudal-o, mas exijo-lhe uma condição... Se quizer aceital-a, fica valendo o juramento; senão ... o dito por não dito...

—Que será, meu Deus? murmurou Cyrino.