—Para matal-o?

—Sim...

Houve breve pausa.

—Não será, o senhor, disse o capataz, que lhe hade dar cabo da pelle.

—Porque?

—É negocio que me pertence. O senhor é pae ... eu porém sou ... noivo. Mangaram com os dois ... mas o allamão fica no chão.

—Pois seja, concordou Pereira, parta amanhã mesmo ou hoje ... agora, se possivel fôr. Cão damnado deve logo ser morto, para que a baba não dê raiva... Vá depressa e venha contar-me que aquelle homem já não existe... Como velho, como pae ... abençôo a mão que o hade matar. Caia o sangue que correr ... sobre os meus cabellos brancos...

Havia toda esta conversa sido attentamente ouvida por alguem; o anão Tico.

Viera a pouco e pouco approximando-se da mesa com os olhos a fulgir.

De repente, collocou-se resolutamente entre Manecão e Pereira.