—Então não me conhece?

—Não, balbuciou Cyrino.

—Conhece Nocencia? uivou Manecão com voz terrivel.

E de sopetão tirando uma garrucha da cintura, desfechou-a á queima-roupa em Cyrino.

Varou a bala o corpo do infeliz e o fez baquear por terra.

Dois gritos estrugiram.

Um de agonia, outro de triumpho.

Ficara Cyrino estendido de bruços. Reunindo as forças, que se lhe escapavam com o sangue, voltou-se de costas e prorompeu em vociferações contra o inimigo, que o contemplava sardonico.

—Matador! ... vil! ... sim! ... conheço Innocencia... Ela é minha... Infame!... Mataste-me... mas mataste tambem a ela!... Que te fiz eu?... Deus te hade amaldiçoar ... sim, meu Deus, meus Santos ... maldição sobre este assassino... Foge, foge ... minha sombra hade seguir-te sempre...

—Melhor, interrompeu Manecão do alto do cavallo, isso mesmo é o que eu quero.