—É preciso, continuou Cyrino, ter de dia o quarto arejado e pôr a cama na linha do nascente ao poente.
—Amanhã de manhãsinha hei-de viral-a disse o mineiro.
—Bom, por hoje então, ou melhor, agora mesmo, o suador. Fechem tudo, e que a dona sue bem. Á meia noite, mais ou menos, virei aqui dar-lhe a mézinha. Socegue o seu espirito e reze duas Ave-Maria para que a quina faça logo effeito.
—Nhôr-sim, balbuciou a enferma.
—Não lhe dóe a luz nos olhos? perguntou Cyrino, achegando-lhe um momento a vela ao rosto.
—Pouco ... um nadinha.
—Isso é bom signal. Creio que não hade ser nada.
E levantando-se, despediu-se:
—Até logo, sinhá-moça.
Depois do que, convidou Pereira a sahir.