—Está dormindo, avisou com voz sumida.

—Ora, disse Pereira no mesmo tom, a tal Maria Conga deixou entornar a cafeteira, de maneiras que precisei fazer outra porção. Demorei muito?

—Não, respondeu Cyrino com toda a sinceridade.

—Mas agora, observou Pereira, é mister acordar a pequerrucha.

—Não ha outro remedio.

Chegou-se o pae á cama e, com todo o carinho, chamou: Nocencia! Nocencia!

E como não a visse despertar logo, sacudio-a com brandura até que ella abrisse uns olhos espantados.

—Apre! Que somno! disse o bondoso velho. Num instante que fui lá dentro?!... Vamos, são horas de tomar a mézinha.

Deitara Cyrino sulfato de quinina no café e diluia-o vagarosamente.

—Olhe, dona, aconselhou elle, beba de um só trago e chupe, logo depois, uns gomos de limão doce.