Quasi terzo cristal le luci rendi

Che sotto ignoto dir sepolte e chiuse

Da sol che altrove splende or furi e prendi.

Vanne, e qual gia Prometteo anima infuse

Con le luci non sue, tu vita attendi:

Spechio del altrui bello, emulo industre

E d’eterno splendor riflesso illustre.

NOTAS DE RODAPÉ:

[17] Paggi esteve muitos annos em Lisboa, e aqui publicou duas edições da sua traducção dos LUSIADAS, que, se não tem o valor poetico da de Nervi, nem a fidelidade da de Briccolani, é todavia muito apreciavel. Este epilogo foi tirado da seg. edic. de 1659—que é a mais correcta, conservando-se-lhe a propria orthographia.

[18] Cidade do gran’-ducado de Toscana, patria do papa Alexandre VII, a quem a versão dos Lusiadas foi dedicada.