Assim Merope[22] geme e lamenta;

Soam trompas guerreira alarida,

E a alegria ao seu peito voltou.

Nas cumiadas de Herminio[23] nevosas,

Que dos horridos gelos se c’roam,

Ve a aurora coberta de rosas

De belleza em que pompa surgiu!

Na hástea debil as tenras florinhas

Vão o puro rocio bebendo,

Cada gotta do ceo, nas hervinhas,