[364] For example, in this passage:—
Sentado junto ao rio,
Me lembro, fiel Pastora,
Daquella feliz hora,
Que n’alma impressa está.
Que triste eu tinha estado,
Ao ver teu rosto irado!
Mas quando he, que tu viste
Hum triste
Respirar!
De Filis, de Lizarda
Aqui entre desvelos,
Me pede amantes zelos
A causa de meu mal.
Alegre o seu semblante
Se muda a cada instante:
Mas quando he, que tu viste
Hum triste
Respirar!
Aqui colhendo flores
Mimosa a Ninfa cara,
Hum ramo me prepara,
Talvez por me agradar:
Anarda alli se agasta;
Dalizo aqui se affasta:
Mas quando he, que tu viste
Hum triste
Respirar!
[365] The following, which is the shortest of Da Costa’s cantatas, may be transcribed here, as a thing perfect in its kind:—
Naõ vejas, Nize amada,
A tua gentileza
No cristal dessa fonte. Ella le engana:
Pois retrata o suave,
E encobre o rigorozo. Os olhos bellos
Volta, volta a meu peito:
Verás, tyranna, em mil pedaços feito
Gemer hum coraçaõ: verás huma alma
Ancioza suspirar: verás hum rosto
Cheyo de pena, cheyo de desgosto.
Observa bem, contempla
Toda a mizera estampa. Retratada
Em hum copia viva
Verás distincta, e pura;
Nize cruel, a tua formosura.
Naõ te engane, ó bella Nize,
O cristal da fonte amena.
Que essa fonte he mui serena,
He muy brando esse cristal.
Se assim como vés teu rosto,
Viras, Nize, os seus effeitos,
Pode ser, que em nossos peitos
O tormento fosse igual.
[366] Odes de Q. Horatio Flacco, &c. Lisb. 1781.
[367] Satyras de Sulpicia, &c. Lisb. 1786.
[368] Cartas de Ovidio, chamadas Heroides, &c. Lisb. 1789.
[369] Comedias de Terencio, &c. Lisb. 1788.
[370] Arminio, ou Alemanha Libertada, trad. de Aleman do Baron Schönaich. Lisb. 1791.
[371] Lisboa reedificada, poema epico, por Miguel Mauricio Ramalho. Lisb. 1784.