[372] Satyras e Elegias, por Miguel do Couto Guerreiro. Lisb. 1786.

[373] Sonho, poema heroico, por Luis Rafael Soyé. Lisb. 1786.

[374] Triumpho da Innocencia, poema epico, por José Anastasio da Costa. Lisb. 1785.

[375] Lusitania transformada, por F. Alvares do Oriente. Lisb. 1781.

[376] Gaticanea, &c. por J. J. de Carvalho. Lisb. 1781.

[377] Obras poeticas de Pedro Antonio Correa Garçaõ. Lisb. 1778, in 8vo. Some of the poems in this collection seem to have been written about the middle of the eighteenth century. I have not been able to gather any particulars respecting the life of Garçaõ.

[378] For example, in the Ode to Winter, which begins thus:—

Vê, Silvio, como sacondido o Inverno
As negras azas, sólta a grossa chuva!
Cobre os outeiros das erguidas serras
Humida nevoa.
Na longa costa brada o mar irado
Sobre os cachopos; borbotões de espuma
Erguem as ondas; as crueis cabeças
Nágoa negrejaõ.
O frio Noto, rigido soprando
Dobra os ulmeiros, os curraes derruba:
E o gado junto, pavido balando
Une os focinhos.

[379] The following passage will afford a specimen of this and also of the didactic character of Garçaõ’s odes:—

Cobre a Virtude co’ as azas lubricas
O veloz tempo, logo que ao feretro
Cede o passo a Lisonja,
Rasgando a torpe mascara.
Com tardos passos calcando os tumulos
O Esquecimento, da maõ esqualida
Sólta as confusas cinzas,
Que espalha o vento rapido.
Mas eu ingrato, Silvio magnanimo,
Soffrer podia, que o canto melico
Esquecido deixasse
O teu nome magnifico?